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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Fora de moda


   Se não estivesse tão fora de moda... iria falar de Amor.  Daquele amor sincero, olhos nos olhos, frio no coração, aquela dorzinha gostosa de ter muito medo de perder tudo...
Daqueles momentos que só quem já amou um dia conhece bem...
Daquela vontade de repartir, de conquistar todas as coisas, mas não para retê-las no egoísmo material da posse, mas para doá-las no sentimento nobre de amar.
Se não estivesse tão fora de moda...
Eu iria falar de Sinceridade.
Sabe, aquele negócio antigo de Fidelidade... Respeito mútuo... e aquelas outras coisas que deixaram de ter valor?
Aquela sensação que embriaga mais que a bebida; que é ter, numa pessoa só, a soma de tudo que às vezes procuramos em muitas...
A admiração pelas virtudes e a aceitação dos defeitos, mas, sobretudo, o respeito pela individualidade, que até julgamos nos pertencer, mas que cada um tem o direito de possuir...
Se não estivesse tão fora de moda...
Eu iria falar em Amizade.
Na amizade que deve existir entre duas pessoas que se querem bem...
O apoio, o interesse, a solidariedade de um pelas coisas do outro e vice-versa. A união além dos sentimentos, a dedicação de compreender para depois gostar...
Se não estivesse tão fora de moda...
Eu iria falar em Família. Sim...Família!
Essa instituição que ultimamente vive a beira da falência, sofrendo contínuas e violentas agressões. Pai, Mãe, Irmãos, Irmãs, Filhos, Lar...
Aquele bem maior de ter uma comunidade unida, pelos laços sangüíneos e protegidas pelas bençãos divinas. Um canto de paz no mundo, o aconchego da morada, a fonte de descanso e a renovação das energias...
E depois, eu iria até, quem sabe, falar sobre algo como... a Felicidade.
Mas é uma pena que a felicidade, como tudo mais, há muito tempo já esteja tão fora de moda e tenha dado seu lugar aos modismos da civilização...
Ainda assim, gostaria que a sua vida fosse repleta dessas questões tão fora de moda e que, sem dúvida, fazem a diferença!
Afinal, que mal faz ser um pouquinho "careta...
(Autor desconhecido)

terça-feira, 27 de dezembro de 2011


Ricardo Luiz e Clara (filho e sobrinha)
                         Há um tempo atrás, parece que foi ontem, me descobri grávida. Grávida, eu? Tinha casado recentemente. Confesso que, apesar de ter ajudado a tomar conta das minhas irmãs menores, não tinha tanto "traquejo" com crianças, principalmente as recém nascidas. Como eu iria fazer pra tomar conta de um bebê? Bom... a vida, a convivência, o quotidiano, ensinam-nos. Nove meses se passaram e nasceu um menino. Que coisinha tão pequenina e indefesa! Já tinha todo o meu amor, minhas preocupações e meus pensamentos. Encantou-me cada descoberta que ele fazia ( as provas de cada comidinha nova, as primeiras palavras, os primeiros passos).
Vibrei, também, com seu desempenho na escola, quando conseguiu juntar as sílabas e ler a primeira palavra. Me emocionei na formatura de ABC, me emocionei durante sua primeira comunhão, sofri com sua primeira desilusão amorosa. Ainda acompanho seu desenvolvimento como pessoa e cada vez fico mais satisfeita e agrdecida.
 Hoje, meu filho, Ricardo Luiz está completando idade nova e tudo que desejo é que ele seja sempre protegido por Deus, seja feliz e saudável. Aqui fica minha declaração de amor: Filho, eu te amo e te amarei eternamente. Feliz aniversário.

domingo, 19 de junho de 2011

Família

         
Imagem: Maristela Morais
                Quando você opta por ser pai ou mãe de família não pode desistir dela no meio do caminho e beneficiar  somente a si mesmo. Você tem que lutar por sua família. Tem que tentar conciliar os membros da família,uma vez que você é o tronco, o esteio dela. Tem que pedir muito discernimento a Deus para que  a sombra da separação conjugal passe bem longe de você . Não quero, com isto, dizer que você tenha que sofrer horrores e aguentar toda sorte de infortúnios em nome da família, mas é sempre bom pesar os prós e os contras de tudo e fazer a escolha certa. Já vi pessoas (mulheres na maioria) dizerem que nunca foram tão felizes por terem se separado e já vi outras tantas que disseram sofrer muito com a solidão.  É sempre bom avaliar se o amor está morto ou se subexiste. Se você quer ser feliz, olhe para dentro de si e tenha certeza de que toda escolha vai implicar numa perda, mas que essa perda não pese tanto em sua consciència, em seu coração.